MUITO LINDA
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Guitarra clássica - (no Brasil conhecida como violão1 e em Portugal como viola) é uma guitarra acústica com cordas de nylon ou aço, concebida inicialmente para a interpretação de peças de música erudita. O corpo é oco e chato, em forma de oito2 , e feito de váriasmadeiras diferentes. O braço possui trastes que a tornam um instrumento temperado. As versões mais comuns possuem seis cordas denylon, mas há violões com outras configurações, como o violão de sete cordas e o violão baixo, com 4 cordas, afinadas uma oitava abaixo das 4 cordas mais graves do violão.

Na língua portuguesa, o nome "guitarra" se aplica ao instrumento acústico ou elétrico indistintamente. No Brasil e em Cabo Verde manteve-se a designação mais comum violão para a guitarra clássica. Acredita-se que o nome derive diretamente do termo "viola", que designa as violas portuguesas, da qual a viola caipira brasileira é uma evolução. Embora possua várias diferenças de timbre e de número de cordas, a viola é muito semelhante em formato à guitarra, apenas menor. Apesar de referir-se ao mesmo instrumento que a guitarra, a origem linguística do nome "violão" foi o termo "viola", acrescido da desinência de grau "ão".
O nome violão hoje faz parte do vocabulário de todos os brasileiros e designa de forma inequívoca a guitarra clássica. Muitos compositores e estudiosos tentaram, sem sucesso, fazer com que o termo guitarra voltasse a ser utilizado no Brasil para unificar a nomenclatura a todas as outras línguas. Apenas no século XX o nome guitarra retornou ao vocabulário corrente dos brasileiros, mas apenas para designar a versão eletrificada (guitarra elétrica).Na língua portuguesa, o nome "guitarra" se aplica ao instrumento acústico ou elétrico indistintamente. No Brasil e em Cabo Verde manteve-se a designação mais comum violão para a guitarra clássica. Acredita-se que o nome derive diretamente do termo "viola", que designa as violas portuguesas, da qual a viola caipira brasileira é uma evolução. Embora possua várias diferenças de timbre e de número de cordas, a viola é muito semelhante em formato à guitarra, apenas menor. Apesar de referir-se ao mesmo instrumento que a guitarra, a origem linguística do nome "violão" foi o termo "viola", acrescido da desinência de grau "ão".
Guitarra ressonadora de corpo metálico com "bocas em f
A guitarra clássica possui diversas características em comum com todas as outras guitarras. A principal diferença em relação às outras é o fato de usar cordas de nylon, a cabeça possuir carrilhões em vez de cravelhas, o braço é mais largo e o tipo de madeiras usadas. A guitarra clássica pode ser eletrificada mediante o uso de microfones externos ou colocados junto às cordas. A figura abaixo mostra as partes de uma guitarra clássica.
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Como tocar teclado em 24 horas... (1ª parte)
1) É necessário que o teclado que você utilizará tenha os recursos de auto-acompanhamento no modo simples, ou seja, acionando apenas uma, duas ou três teclas. A maioria possui este recurso, chamado de "fingered". Este recurso utiliza algumas teclas do lado esquerdo do teclado (geralmente 1 oitava e meia), deixando as demais livres para a escolha de qualquer timbre.
2) É necessário que você crie o hábito de ler o manual do teu teclado, pois lá existem todas as informações necessárias para você conhecer os recursos do instrumento e experimentá-los. Se você não possui, com certeza encontrará para download na internet. A Yamaha possui de quase todos, até os bem antigos.
3) Caneta para retro-projetor, que escreve em superfície plástica e pode ser facilmente removida com álcool. Obs: Não pode ser canetas de tintas permanentes, pois vamos rabiscar as teclas do nosso teclado e isso precisa ser removido com facilidade depois.
Bem, estes requisitos mínimos foram expostos para poder-mos cumprir com o prazo de 24 horas de estudo (logicamente que não são 24 horas seguidas, afinal ninguém aguenta isso, mas são horas que devem ser distribuídas entre 1 ou 2 horas diárias de treino). Entretanto, poderemos fugir a regra e explicar mais algumas coisinhas básicas aqui e ampliar o alcance do curso para os mais leigos em conhecimento musical.
Resumidamente, o curso vai te ensinar a utilizar os acordes prontos do teclado com a mão esquerda e a dedilhar com a mão direita, utilizando o máximo de recursos eletrônicos disponíveis. O resultado é bastante satisfatório para um acompanhamento musical sem necessidade de tocar a melodia (geralmente é o que ocorre em um louvor congregacional - o teclado faz a harmonia e as vozes a melodia). No próximo capítulo vou dar um exemplo de como isso ocorre e você poderá avaliar se vale a pena continuar lendo estes tópicos ou se é uma tremenda perda de tempo... (rs)
Como tocar teclado em 24 horas... (2ª parte)
As cifras são letras que ilustram as 7 notas musicais que temos em nossos teclados.
Exemplo: Dó = C , Ré = D , Mi = E , Fá = F , Sol = G , Lá = A , Si = B
Estas notas estão nas teclas brancas do teclado e vão se repetindo numa sequências que chamamos de "oitavas". Quando dizemos que um teclado tem "5 oitavas" é porque ele possui 5 sequências destas notas, começando pela nota Dó (C).
As teclas pretas representam um aumento de 1/2 tom na nota (que chamamos desustenido, utilizando o símbolo # ) ou uma diminuição de 1/2 tom na nota (que chamamos de bemol, utilizando o símbolo b ). Exemplo: C# (dó sustenido) que é o mesmo som que Db (ré bemol).
A combinação de várias notas tocadas ao mesmo tempo nós chamamos de acordes(aqui utilizaremos apenas combinações de 3 notas). Veremos este assunto um pouco detalhado mais à diante.
Agora vamos colocar as notas em nosso teclado.
Para isso, utilizaremos uma caneta para retro-projetor (cuja tinta é facilmente removida com um pano umedecido com álcool). Você pode até utilizar caneta para quadro-branco (que sai mais facilmente), porém tem que escrever em uma área que você não irá tocar, pois só de esbarrar nela, ela sairá. Prefiro a de retro-projetor que é mais resistente ao toque.
Cuidado: Não utilize outro tipo de caneta sob o risco de manchar definitivamente tuas teclas!!! Não recomendo etiquetas, pois elas deixam a cola e é difícil de tirar depois de algum tempo. Outra opção é a utilização de adesivos de plotagem (o que eu utilizei em meu teclado para ficar mais visível no curso) e que podem ser removidos com tremenda facilidade.
Nas fotos abaixo eu mostro como escrever e como é fácil remover. Somente escreveremos nas teclas brancas as sequências CDEFGAB, CDEFGAB, .... e assim por diante até acabarem as teclas.
Como tocar teclado em 24 horas... (3ª parte)
Agora é necessário aprender-mos como formar os principais acordes, ou seja, saber quais as teclas que eu aperto (juntas ou em sequência) para obter um som agradável. Quando apertar alguma tecla errada no grupo que forma o acorde, você logo sentirá que o som fica desagradável, sem harmonia. Não soa bem.
Na matemática, dizem que a ordem dos fatores não altera o produto. Pois é, na formação dos acordes, as notas que formam os acordes também podem ser alteradas em sua sequência que não afetarão a harmonia. A isto nós chamamos de acorde principal, invertido, etc. Por exemplo: O acorde de C (dó), pode ser formado com a sequência de notas C E G ou G C E.
Mas para facilitar a nossa vida e entendimento, vamos utilizar no cursosomente a formação de acordes que começam com sua nota principal.
Aí estão eles (espero que você já tenha guardado o que significa cada letra das cifras, do contrário, trate de decorar, pois são só sete letrinhas).
Vamos utilizar apenas estes em nosso curso.
Acordes maiores:
C = C E G
D = D F# A
E = E G# B
F = F A C
G = G B D
A = A C# E
B = B F# D#
Acordes menores:
Cm = C D# G
Dm = D F A
Em = E G B
Fm = F G# C
Gm = G A# D
Am = A C E
Bm = B D F#
Mais adiante veremos alguns acordes com sétima, alguns sustenidos e algunssustenidos menores. Com estes já dá para fazer muita coisa, como vocês verão na 4ª parte do curso.
Exercício:
Experimentem dedilhar estes acordes com a mão direita utilizando a sequência de dedos 1,2 e 4, ou seja, polegar,indicador e anular. Para dedilharvocês devem seguir o compasso 1,2,3 ...1,2,3... 1,2,3... Batam também todas as teclas de uma vez. Treinem devagar e depois vão acelerando. Façam isso até vocês irem se acostumando com os acordes.
Na área de acordes automáticos dos teclados (fingered), nós podemos utilizar apenas 1 ou 2 teclas para formar os acordes que desejamos (com a mão esquerda). Na próxima parte vou passar a tabela dos acordes prontos da Yamaha (que servirá em todos os modelos). Esta tabelinha também é encontrada resumidamente nos manuais. Nossa intenção é combinar estes acordes prontos da mão esquerda com os dedilhados da mão direita. Fica muito legal e não é difícil como muitos iniciantes imaginam... vocês verão um exemplo de como isso funciona.
Como tocar teclado em 24 horas... (4ª parte)
Nem que seja aos poucos eu irei dando continuidade, na medida que meu tempo permite, ok?
Bom, na última parte eu pometi a tabela dos acordes prontos da Yamaha (ou acordes simples). Estas foram retiradas do próprio manual e vamos comentar algo sobre elas. Também vou colocar aqui a tabela dos acordes comuns (ou padrão) que utilizam de 3 a 4 dedos.
No teclado, quando acionado os acordes simples, será criado um ponto de divisão que o separará da área dos acordes padrão.
Eis a tabela dos acordes simples na escala de DÓ (C). Para as demais notas basta iniciar pela principal, obedecendo a mesma disposição de notas. Exemplo: No caso de Ré Menor (Dm), basta teclar a nota branca D e a primeira tecla preta à esquerda ao mesmo tempo. Utiliza-se esta área com a mão esquerda.
Esta é a tabela completa dos acordes padrão, porém somente utilizaremos algumas notas mais simples. As demais você aprenderá a utilizá-las quando adquirir mais experiência. Utiliza-se esta área com a mão direita.
Cada teclado tem uma forma de ativar os acordes simples (simple fingered). Faça um teste com diversas notas (tanto na mão esquerda como na direita), tocando a mesma nota em ambos os lados e acostume-se com a sonoridade.
Sugestão: Compre um caderno aspiralado de capa dura para escrever os acordes que você estiver utlizando, bem como as canções cifradas que você irá tocar. Escreva as letras com caneta e as cifras com lápis (para poder apagá-las ou trocá-las depois). Algumas músicas cifradas que baixamos na net não são apropriadas para o nosso tom de voz e, de vez em quando, é necessário subir ou descer o tom da música, trocando as cifras.
Os teclados Yamaha da linha "e", além do sistema de aprendizagem Y.E.S (que depois vamos falar sobre ele), possui um intessante dicionário de acordes, onde você pode tirar tuas dúvidas sobre como são formados os acordes (visualizando no próprio display do teclado).
Vale lembrar que se você ler atentamente o manual do teu teclado e associar com o que explicamos aqui, você irá longe! Caso não possua o manual ou ele não seja em português, basta fazer o download no site de manuais da Yamaha (veja nossos links interessantes).
Por enquanto é só. :)
1 – O que é música
Boa pergunta. Existem dezenas de respostas, desde as mais objetivas até divagações filosóficas. De um modo geral, música é a arte de combinar sons. Até o século XX procurava-se distinguir a música do barulho, mas hoje qualquer coisa é música, assim como qualquer lixo é chamado de obra de arte. Decorrência do século.
Cada vez que alguém fazia uma inovação havia sempre uma corrente de estudiosos e entendidos para proclamar que "isso não é música!". Todos os grandes compositores foram ignorados por seu tempo, criticados, atacados e mesmo esquecidos. Isto é justamente o que os fez grandes.
2 – De que é feita música
Ignorando todas a inovações, como música concreta e outros bichos, música é feita de sons definidos. O que é um som definido? Uma determinada vibração que pode ser medida. Isso entra na parte física de propriedades do som, mas, como bons jornalistas, não entendemos nada de física. Portanto, vamos ao que interessa.
Música é feita de sons. Certo. Todas as melodias, todas as músicas escritas até hoje foram feitas com 12 sons. Ei, mas as notas musicais não são sete? Sim, são sete: dó, ré, mi, fá, sol, lá, si. Mas se você olhar no teclado do piano, verá que entre estas sete notas existem outras 5, as chamadas "teclas pretas". Eu sei o quanto é difícil para estudantes na área de humanas, mas, com o auxílio de um computador, temos que 7 + 5 = 12. Oh, doze! Isso mesmo, 12 notas.
Agora você deve estar se perguntando: que história é essa de 12 sons se o piano tem 88 teclas? É verdade.
O caso é o seguinte: os sons se repetem a cada 12. Usando como exemplo o teclado de um piano, veja que as teclas estão dispostas de maneira uniforme. Se pressionarmos uma tecla ao acaso, ouviremos um som. Seguindo essa tecla, pressionando a que fica à sua esquerda (seja branca ou preta) temos outro som. Repetindo esse movimento 11 vezes, a décima segunda nota será igual àquela primeira. Igual não, mais aguda.
3 – Qualidades dos sons
Todo mundo sabe o que é agudo e grave, por isso não vou perder tempo explicando. Não obstante, os sons não são apenas "graves" ou "agudos". E daí?
Altura
Bem, temos doze sons que se repetem em alturas diferentes. Referimo-nos à altura do som quando queremos explicar que ele está mais agudo ou mais grave. Um som é alto quando é agudo; dizemos que um som é baixo quando ele égrave.
Volume
Veja bem, a altura de um som não NÃO NÃO se refere ao volume do som. Quando sua mãe grita desesperada "ABAIXA ESSE MALDITO SOM" ela está cometendo um erro. O que ela quer é que você diminua o volume de som. O volume do som é medido em graduações que vão de forte a fraco – ou, se preferir, compre um aparelho e meça em decibéis.
Então, só para você não esquecer:
Som Alto = agudo
Som baixo = grave
Som forte ou fraco = refere-se ao volume, o que o senso comum chama de "alto e baixo".
Timbre
Não, não comecei a falar em inglês. Me diz uma coisa, como é que se diferencia uma guitarra de um trombone? "O som é diferente", você vai responder. Ótimo, você disse o óbvio. E se os dois estivessem tocando a mesma nota? Hum... ainda assim seria diferente. Por quê? Por que esses instrumentos tem timbresdiferentes. Timbre é a qualidade que permite distinguir um som do outro. Assim, dizemos que um trombone tem um timbre diferente de um violão.
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